Sento-me á janela de cigarro na mão.
Preso ao manicómio do meu cérebro,
Os pensamentos voam sem direcção.
Sinto a brisa na minha face.
As memórias chegam,
Mas muitas sem classe.
Segundos perdidos,
Minutos passados,
Horas contadas,
Dias sem volta.
Acendo outro cigarro,
Á espera que o vento me leve....
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O meu "Universo" és tu! Sempre!

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