São nos dias tristes que o mundo torna-se cinzento,
E nem o mais atento,
Consegue ver réstia de cor,
Pois são nos dias cinzentos em que sentimos mais dor.
São nas noites escuras,
Que não conseguimos destinguir,
Passeios de Ruas,
Nem o caminho a seguir.
São nos dias frios,
Que congelam águas e rios,
E o bater do coração,
Que para manter o corpo quente sofre acelaração.
São nos dias chuvosos,
Que os pensamentos se soltam,
As lembranças voltam,
Pondo-nos ansiosos.
São nos dias de vento,
Que nos falta o alento,
De nos erguer e caminhar,
Para um melhor lugar.
São nos dias de Sol,
Que nos dá a enregia,
De em nosso prol,
Recomeçar com alegria.
São Tempos mistos,
Tal qual pedras de Xisto,
Que nos marcam, que nos corroiem
Que nos afagam, que nos constroiem.
------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------O meu "Universo" és tu! Sempre!

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