domingo, 27 de fevereiro de 2011

Mundo Novo



Faz por ti, pois mais ninguém pode fazê-lo,
Podes querer, pois mais ninguém como tu pode querê-lo,
Vais sabê-lo, no intervalo da rotina,
Vais pensar, e serás atingido por surpresa.

Num estalo de dedos podes perder os teus medos para sempre,
Tens que visualizá-lo no interior,
Por isso sente como o corpo reage,
A mente a absorvê-lo

Estás pronto, para o inicio da viagem,
Através do Eu,
Não do meu,
Mas do teu.

No breu,
No escuro,
Dá-me a mão,
Vem comigo a um sitio profundo.

Estarás próximo da essência,
Da tua existência, da solução,
Para acabar com vida
Como penitência.

Intensamente, sente
Estamos no teu?
Aquele quarto onde escondes,
Ali ao canto, aquilo que não mostras

Onde guardas memórias
Atrás das portas
Refugiado nas sombras
Contas histórias

Fazes filmes
Para fugir desse real
Surreal ambiente
Que sufoca toda a gente

Concentra-te
Fruto da vontade
É espontânea
Aguenta-te

Resultado pode não ser estantâneo
Momentâneo será
Se não agarras já agora
É tua escolha

A decisão pesa vida fora
Sem demora
Sobe, acorda
Sai desse buraco fundo

Aceita a realidade
Espera-te um mundo novo!
Acredita
Inspira energia

Vida, materializa
Desafia as Leis
Esquece as normas
Interpreta os sinais

Que surgem sobre várias formas
Mas no caminho
Espalha aquilo que sabes
Porque nada se perde
Tudo se transforma

Na práctica
Tudo se cruza
Tudo se liga
Tudo se relaciona

Na vida
de uma ou outra forma
 O que fazes hoje
 Reflecte-se amanhã

Nunca em vão
Algures no Planeta
 Sofre mutação
Positivo gera positivo

Um ciclo definido
No vicioso
Torna-se perigoso
No vendas o que crês
Nao compres o que vês

Nao queiras ser o que não és
Por motivos hás de obter sucesso!
Não se medem comprimentos de zeros
Numerados, correspondentes a cifrões estrangeiros

Tentaçao é grande
A carne é fraca
Mas tens que aprender a superar
Desejos, nesta etapa

Desprograma o pensamento
Controla o teu fluxo
Energia, aproveita para levar acabo o novo dia
Todos os dias

Empregue em melodias
Transcreve versos
Percebes?
Vindos por outras vias

Sinfonias
São paisagens inexistentes
Em que harmonias se enterlaçam
Em imagens diferentes

Cada qual observa o horizonte da sua prespectiva
Á partida
Não tenho uma linha definida.
Tudo são sinais

Aprende a interpretá-los
Descodificá-los
Para a rotina transportá-los
Somos estranhos

 O Comum está esgotado
Paramos este sistema
Crias um novo noutro lado

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