quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Quando as Alturas se misturam com a Vida.


Há alturas e alturas, e há alturas em que a vida se mistura com certas alturas. Confuso? Para mim não, eu percebo-me (valha-me isso)!

Pela primeira vez, salvo erro, não escrevo para ninguém, nem para o "José" nem para a "Maria", apenas escrevo para mim, pois o melhor amigo do Homem, é um papel e uma caneta. Neste caso em específico, um teclado, um processador, um monitor e um rato e não vale esquecer da bela cadeira em que nos apoiamos (afinal de contas são vários "amigos").






Há uma altura que me espreita, e não de muito longe.
Mistura-se com a vida mas não a tinge.
Cores formará, e vivas serão,
Quente se tornará com o aproximar do Verão.

O último ano não foi de todo um pesadelo,
Mas houve alturas em que tornou um flagelo.
Doí-a sem abrir ferida, mas marcavam.
É que houve alturas que nem os meus pilares aguentavam.

Lutas incessantes de palavras golpeantes.
Uma armadura de pele nessa batalha constante.
Sem sangue vertido, não havia ferimento aparente.
Apercebi-me mais tarde que foi na alma que foi marcante.

Como em tudo há princípio, meio e fim,
Esta fase também se proporcionou assim.
Os dias tornaram-se mais claros,
E os negativismos, cada vez mais raros.

Em breve começará outra viagem, uma nova vida
Com uma direcção apenas, a de ida.
Não é fácil recomeçar, toda a gente o diz
Mas é por uma boa razão, a de tentar ser feliz (sei que vamos conseguir).

Há uma altura que me espreita, e não de muito longe.
Mistura-se com a vida mas não a tinge.
Cores formará, e vivas serão,
Quente se tornará com o aproximar do Verão.

Aguardo ansiosamente o momento,
E espero que chegue a sorrir!

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O meu "Universo" és tu!







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