terça-feira, 12 de maio de 2009

Ruas!



Passando por ruas escuras...vazias,
Lembrando-me do tempo quem me trouxe alegrias.
Hoje, vejo caras tristes... desamparadas,
Pensando no tempo em que as ruas eram frequentadas.
O silêncio expande-se pelo becos,
Enquanto os murmúrios se ouvem como ecos.
Ruas vazias á espera da nossa gente,
Pedras de calçada que já ninguém sente!
Ruas de sofrimento, ruas de memórias.
Cada pedra que a compõe tem as suas histórias.
Querem contar mas já ninguém passa,
E histórias que não são contadas... caem em desgraça.
A brisa leve do vento percorre estas ruas,
Que embora te esqueças... São tanto minhas como tuas.
Pois as ruas onde se cresce,
É onde a vida floresce.
O silêncio expande-se pelo becos,
Enquanto os murmúrios se ouvem como ecos.
Ruas vazias á espera da nossa gente,
Pedras de calçada.... a que já niguém mente!
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O meu "Universo" és tu!

1 comentário:

  1. Impressionante como me conseguiste pôr naquele caminho a preto e branco, onde estamos sós e tu dizes por palavras o sentir do momento.

    Aquele abraço

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